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Biblioteca Nacional de Portugal

Serviço de Actividades Culturais

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Portugal


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Informações::

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Arquivo 2008

 

António Alçada Baptista (1927-2008)

Dinis Machado (1930-2008)

MOSTRAS BIBLIOGRÁFICAS | 19 de Dezembro 2008 a 3 de Janeiro 2009 | Sala de Referência | Entrada livre

 

Evocação dos dois escritores portugueses no ano do seu falecimento. Mais informações

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Espólio de Camilo Pessanha: Inventário

LANÇAMENTO | 10 de Dezembro | 18H00 | BNP | Entrada livre

 

Fruto de um trabalho arquivístico levado a cabo por Júlia Ordorica, o instrumento descritivo do Espólio de Camilo Pessanha daí resultante é editado pela BNP, com uma apresentação do Doutor Daniel Pires que à obra do escritor de Clepsidra tem votado interesse de estudo.
A apresentação pública deste Inventário é realizada no dia 10 de Dezembro, pelas 18 horas, com a presença de Daniel Pires e António Osório.

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Edição comemorativa dos 50 anos da publicação da obra Quando os Lobos Uivam, de Aquilino Ribeiro

APRESENTAÇÃO | 9 de Dezembro | 18h00 | Auditório da Biblioteca Nacional de Portugal | Entrada Livre

 

Tempo em que a metáfora dos lobos assumiu inúmeras expressões, sobretudo literárias – quando a cultura estava sujeita à repressão de poderes discricionários e de puro procedimento administrativo desde a Ditadura Militar de 1926 e, sobretudo, a partir de 1933, com a consagração do Estado Novo. O romance de Aquilino Ribeiro, se não a sua obra-prima, das suas obras maiores, ficou além disso inscrito na história contemporânea portuguesa como objecto símbolo da repressão salazarista: Quando os Lobos Uivam, ainda mal haviam secado as tintas da impressão, em 1958, teve a sua 1ª edição por completo apreendida e o seu autor, pronunciado pelo crime de abuso de liberdade de imprensa, só veria o arquivamento do processo com a ocorrência da proposta da sua candidatura a Prémio Nobel da Literatura.
Autor de poderoso domínio expressivo e de fôlego narrativo que o tornou um dos grandes mestres da escrita de Novecentos, deixou um cunho marcadamente regionalista na sua obra ficcional, atento a uma relação carnal das gentes serranas com a sua luta pela vida e, em Quando os Lobos Uivam, com forças opressivas e maléficas. Reportado a uma realidade algures entre as décadas de 1940 e 50, o romance decorre em torno da figura de Teotónio Louvadeus, um velho que labuta na sua magra terra enquanto decorre um verdadeiro roubo no usufruto dos baldios pelo Estado Novo.

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Correspondência Luso-Brasileira, 2 vols. - INCM

LANÇAMENTO EDITORIAL | 4 de Dezembro | 18h00 | Auditório BNP | Entrada livre

 

Estudo, organização e notas: António Manuel Monteiro Cardoso e António d’Oliveira Pinto da França.

Edição: Imprensa Nacional-Casa da Moeda

A obra foi apresentada pelo historiador Jorge Couto na sessão que contou com a presença de Estêvão Pires de Moura, Presidente do Conselho de Administração da INCM.  Mais informações

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Agenda 2009 - INCM

LANÇAMENTO | 27 de Novembro | 18H00 | BNP | Entrada livre

 

A BNP associa-se ao lançamento da Agenda 2009, da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, dedicada a Adolfo Casais Monteiro (1908-1972).
A Agenda 2009, de cariz fotobiográfico, insere-se nas comemorações do centenário do nascimento do escritor as quais integraram já a exposição Adolfo Casais Monteiro – Uma outra presença, ainda patente na BNP, e a mesa-redonda Palavras decisivas.
A sessão conta com intervenções de José-Augusto França, João Paulo Monteiro e Carlos Leone.

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Concepções sobre o Corpo no Séc. XVIII

COLÓQUIO E MOSTRA BIBLIOGRÁFICA | 26 de Novembro | 14h00 | Auditório BNP | Entrada livre


Homenagem a Albrecht von Haller (1708-1777), figura ímpar do seu tempo, com uma obra multifacetada: médico, professor, cientista, filósofo, poeta, romancista, homem público e cidadão interveniente. Mais informações
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Lançamento da Biblioteca Digital Europeia - EUROPEANA

NOTÍCIA | 20 de Novembro | Bruxelas | Biblioteca Nacional da Bélgica


Sob o lema Pensar Cultura, o protótipo da Biblioteca Digital Europeia - EUROPEANA.EU – é colocado em linha, oferecendo acesso a mais de 2 milhões de objectos digitais de 27 países europeus – imagens, textos, registos de som e vídeo - entre os quais se conta o acervo digital da Biblioteca Nacional de Portugal, parceiro do Projecto. Mais informações
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Padre António Vieira: a última década (1998-2008)

MOSTRA EVOCATIVA | 19 de Novembro a 18 de Dezembro | Sala de Referência | Entrada livre

 

No âmbito das comemorações do IV Centenário do Nascimento do Padre António Vieira, a BNP apresenta as obras mais relevantes da bibliografia activa e passiva de Vieira publicadas nos últimos dez anos. Mais informações

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As Palavras Decisivas

MESA REDONDA | 11 de Novembro | 18h00 | Entrada livre


Debate sobre a obra de Casais Monteiro e sua influência na cultura portuguesa contemporânea, no âmbito das iniciativas dedicadas pela BNP ao autor. A sessão conta com a participação dos Professores Fernando J. B. Martinho - crítico e ensaísta, autor do Prefácio de O que foi e o que não foi o movimento da Presença (INCM) - e Teresa Cascudo, Profª da Universidade de La Rioja (Espanha) e crítica literária. Moderação de Carlos Leone, comissário da mostra Adolfo Casais Monteiro – uma outra presença.
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Jacarandá e Mulemba, de António Costa Silva e Nicolau Santos

Organizada pela Guimarães Editores no dia em que se celebra a independência de Angola, a sessão conta com a presença dos autores e do editor, estando a apresentação da obra a cargo de Francisco José Viegas. Inclui um espectáculo de Jazz e Poesia, pela banda Conference Quartet, terminando com uma sessão de autógrafos e kissangua de honra, às 20h00, no Átrio Principal da BNP.
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Homem de Palavra – Padre Sena Freitas

LANÇAMENTO DA OBRA | 6 de Novembro | 18h00 | Entrada livre


Coord. e prefácio de Luís Machado de Abreu, José Eduardo Franco, Annabela Rita e Jorge Croce Rivera. Editora: Roma Editora. Apresentação da obra: Prof. Paquete de Oliveira

O livro engloba análises de investigadores e as actas do Congresso Internacional "Igreja, Sociedade e Cultura – o Padre Sena Freitas e o seu Tempo”, realizado em Outubro de 2005, na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa. Interessantíssima leitura da obra de Sena Freitas, Homem de Palavra, orador, jornalista, tradutor, dinamizador da acção social, a cujo empenhamento muito devem as Conferências de São Vicente de Paulo. Um retrato da realidade cultural e religiosa portuguesa de finais do século XIX e princípios do século XX.

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Esta exposição visa mostrar o processo criativo que presidiu à elaboração do livro “Livre”, de José Oliveira Baptista, trazendo ao público os materiais que o concretizam: vídeos, manuscritos, fotografias e o próprio livro. Mais informações

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Prémio Branco Rodrigues

SESSÃO PÚBLICA DE ENTREGA DO PRÉMIO | 20 de Outubro | Sala do Conselho | Entrada livre

 

O Prémio Branco Rodrigues, administrado pela Biblioteca Nacional de Portugal, foi instituído no ano de 1976 pela Comissão Pró-Cinquentenário da Morte de Branco Rodrigues com o intuito de estimular, entre os deficientes visuais, o interesse pela actividade científica e literária, distinguindo o autor do melhor trabalho publicado em cada triénio. Mais informações

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Santiago Kastner - Centenário do nascimento

SESSÃO EVOCATIVA | 15 de Outubro | Anfiteatro BNP | 18h00 | Entrada livre

 

A BNP organiza uma sessão evocativa do músico, investigador e instrumentista Santiago Kastner por ocasião do centenário do seu nascimento, em 15 de Outubro de 1908. A sessão, presidida pelo Director-Geral da BNP, contou com intervenções de Manuel Morais e Rui Vieira Néry e foi acompanhada por uma mostra de bibliografia e de materiais do espólio do autor.
Mais informações


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Ilda Reis: retrospectiva da obra gráfica

EXPOSIÇÃO | 14 de Outubro 2008 a 17 de Janeiro 2009 | Sala de exposições | Entrada livre

 

Ao longo de quase três décadas de actividade artística, Ilda Reis produziu uma centena de gravuras e serigrafias, actualmente em depósito na BNP, que marcaram profundamente a Gravura Portuguesa Contemporânea. Decorridos 10 anos do seu falecimento, a BNP e a galeria As Salgadeiras apresentam uma retrospectiva da sua obra gráfica que expõe as gravuras e serigrafias mais representativas da sua actividade artística. Mais informações

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José Cardoso Pires (1925-1998)

MOSTRA BIBLIOGRÁFICA | 13 de Outubro a 8 de Novembro | Sala de Referência | Entrada livre

 

10º aniversário do falecimento do José Cardoso Pires assinalado com uma mostra de espécies pertencentes ao espólio do escritor, doado este ano à BNP. Mais informações

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Ampliação e remodelação da Torre de Depósitos da BNP

NOTÍCIA | 13 de Outubro

 

Iniciou-se, a 13 de Outubro, a obra de Ampliação e Remodelação da Torre de Depósitos da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP). Projectada na década de cinquenta do século XX e construída entre 1956 e 1969, a Torre de Depósitos da BNP, da autoria do arquitecto Porfírio Pardal Monteiro, vai entrar em obras de ampliação e remodelação.  Mais informações

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António Ginestal Machado

DOAÇÃO DE ESPÓLIO | 13 de Outubro | 16H00 | Sala do Conselho | Entrada livre

 

Assinatura do termo de doação do Espólio de António Ginestal Machado à Biblioteca Nacional de Portugal. O acto resulta da generosa decisão dos seus herdeiros, representados pelo Prof. Doutor Pedro Ginestal Tavares de Almeida. Mais informações

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Workshop on FRBR in The European Library

WORKSHOP | 9 de Outubro | Anfiteatro BNP| Entrada livre

 

Joint organization of the Instituto Superior Técnico (Lisbon Technical University) and the National Library of Portugal, in the scope of the TELplus Project activities. Mais informações

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Adolfo Casais Monteiro : uma outra presença

MOSTRA BIBLIOGRÁFICA | 30 de Setembro a 29 de Novembro | Sala de Referência | Entrada livre


No centenário do nascimento de Adolfo Casais Monteiro (1908-1972), a BNP leva a efeito uma exposição documental que pretende reelaborar o contributo integral do poeta e ensaísta, do crítico e homem exilado, ao mesmo tempo fixar a sua evolução e os quadros mais significativos do seu percurso. Mais informações

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Machado de Assis (1839-1908)

MOSTRA EVOCATIVA | 1 de Setembro a 11 de Outubro | Sala de Referência | Entrada livre


Nascido no Rio de Janeiro, onde viria igualmente a falecer, Joaquim Maria Machado de Assis acedeu, do morro pobre onde morava o filho de operário mestiço, à condição de burguês instalado e, de operário tipógrafo, à burocracia de empregos públicos tal como, do autodidactismo explorado em múltiplas direcções, atinge o reconhecimento de maior escritor oitocentista brasileiro.
Mais informações

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A América Portuguesa


Exposição sobre os aspectos mais relevantes da História do Brasil compreendidos entre o século XVI e 1808. Organizada em sete núcleos temáticos, aborda os mais importantes assuntos da época em causa como as sociedades ameríndias, o achamento, a miscigenação, as actividades económicas, a escravatura, as lutas duramente travadas por Portugal para defesa do território, a expansão territorial, a definição de fronteiras, a vida social, o surto aurífero e diamantífero, os aspectos culturais ou a missionação, com particular destaque para o papel dos Jesuítas e Franciscanos. Mais informações

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América Portuguesa hoje - vista por jovens artistas

EXPOSIÇÃO | 19 de Junho a 20 de Setembro | Galeria | Entrada livre

Obras plásticas de Beatriz Medori, Catarina Macedo, Diana Carvalho, José Oliveira, Rui Pedro Jorge e Tiago Cruz.
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Tesouros Brasileiros
EXPOSIÇÃO | 20 de Maio a 12 de Setembro | Museu do Livro (Piso 2) | Entrada livre

Esta mostra constitui uma das iniciativas da Biblioteca Nacional de Portugal destinada a associar-se às celebrações do Bicentenário da instalação da Família Real, da Corte e do Governo do Príncipe Regente D. João no Brasil, exibindo alguns dos tesouros pertencentes quer ao seu precioso acervo, quer ao da Biblioteca da Ajuda. A selecção das obras destinadas a figurar nesta exposição, que abrange a época situada entre o século XVI e 1808, pretende apresentar algumas das mais valiosas espécies pertencentes às suas opulentas colecções de manuscritos, impressos raros, iconografia e cartografia, atlas e mapas, códices ricamente iluminados, plantas de fortificações ou de arquitectura civil, gravuras, modelos de fardamento de unidades militares e, naturalmente, o grosso da colecção, ou seja, os livros. Uma oportunidade para apreciar algumas das mais belas peças bibliográficas sobre o Brasil existentes no nosso país, inspiradas nos mais diversos aspectos da admirável natureza brasileira e do diversificado panorama multicultural daquele país. Mais informações
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Claude Lévi-Strauss
MOSTRA EVOCATIVA | 1 a 29 de Agosto | Sala de Referência | Entrada livre

Evocação de Claude Lévi-Strauss, antropólogo e professor, considerado o fundador da Antropologia Estruturalista, de quem se celebram os 100 a 28 de Novembro. Para saber mais:
Registo bio-bibliográfico na Académie Française
Referência crítica na Minnesota State University
Entrada na Encyclopædia Britannica
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Simone de Beauvoir (1908 - 1986)
MOSTRA EVOCATIVA | 1 a 29 de Agosto | Sala de Referência | Entrada livre

Nascida e falecida em Paris, Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir fez parte da «geração de entre-guerras», desde o cenário estudantil da sua formação na década de 20 aos primeiros anos 40 dominados pela ocupação nazi da França. Desde então ligada a Jean-Paul Sartre, com ele fará um trajecto existencialista, pautado pelos dilemas da liberdade e responsabilidade individual desde o seu primeiro romance, A Convidada (1943), até à consagração com Os Mandarins (1954), a obra-prima laureada com o Prémio Goncourt. Feminista, sustentou também nesse âmbito as teses existencialistas, nomeadamente em O Segundo Sexo (1949), mas também patentes no ciclo autobiográfico em que se destacaram A Força das Coisas (1963) e Tudo Dito e Feito (1972).
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Trindade Coelho (1861 - 1908)
MOSTRA EVOCATIVA | 1 a 31 de Julho | Sala de Referência | Entrada livre

José Francisco Trindade Coelho nasceu na localidade transmontana de Mogadouro. Órfão de mãe em criança, foi com o pai para o Porto, onde completou os estudos secundários num colégio interno, depois para Coimbra onde cursou Direito e iniciou o trilho das letras; daí, passou por um passageiro tirocínio profissional em Portalegre onde firmou os dotes de escritor e homem de leis. Já em Lisboa, seguiu a carreira jurídica como advogado e depois como juiz, mantendo actividade jornalística a par da actividade de contista que o tornou uma referência de finais do século XIX a que acrescentou a de pedagogo numa linha republicana de educação popular. Neo-garrettiano, na designação reclamada pela "geração de 90" a que pertenceram também António Nobre e Alberto de Oliveira, a sua novelística traz o aconchego e a calma de um ruralismo ancestral, numa tonalidade folclórica distanciada da matriz romântica inicial e afinal ideologicamente explorada e continuada pelo nacionalismo do século XX.
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Encontro do Português com as Línguas não Europeias:
textos interlinguísticos
MOSTRA BIBLIOGRÁFICA | 2 de Junho a 29 | Sala de Referência | Entrada livre

No âmbito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural – 2008, a Biblioteca Nacional de Portugal promove a exposição Encontro do Português com as Línguas não Europeias: exposição de textos interlinguísticos. Espécies dos fundos da Instituição - que preenchem 500 anos e percorrem vários continentes - distribuem-se por quatro núcleos que se pretendem abrangentes: percursos e espaços da língua portuguesa no mundo: a expansão marítima e o encontro interlinguístico; contactos próximos: o árabe e o hebraico; a produção interlinguística no âmbito da missionação: manuscritos e impressos relativos a África, Oriente e Brasil; lexicografia contemporânea e investigação. Serve esta Memória da língua “pelo mundo em pedaços repartida” para testemunhar o Português como veículo de relação continuada e forte, de vitalidade perene. Esta mostra é acompanhada por um catálogo organizado por Telmo dos Santos Verdelho, comissário da mostra, investigador na área da linguística diacrónica e Professor catedrático da Universidade de Aveiro, com a colaboração de Ana Isabel Líbano Monteiro, da BNP. Mais informações
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Uma colônia entre dois impérios. A abertura dos portos brasileiros

Lançamento, em Portugal, da obra Uma colónia entre dois impérios. A abertura dos portos brasileiros 1800-1808, de José Jobson de Andrade Arruda, com paresentação de Jorge Couto e a presença do autor. Este estudo sobre o facto histórico da abertura dos portos brasileiros às nações amigas, aponta a importância deste evento para o destino das economias brasileira e portuguesa, evidenciando as tramas diplomáticas que o antecederam e o contexto histórico europeu que o enquadra. Referindo documentação e teses recentes sobre esta etapa da História do Brasil, a obra é complementada com a reprodução dos documentos fundamentais que instituíram esta medida histórica (o Decreto de Bloqueio napoleónico à Inglaterra; a Convenção Secreta de Londres, em 22/11/1807; os Actos Adicionais a esta Convenção, isto é, o Tratado de Comércio e Navegação; a carta régia de abertura dos portos, etc.). A documentação das teses defendidas é uma constante, conseguindo o autor, no entanto, o difícil equilíbrio entre a consistência académica do texto e a sua apresentação a um público alargado. O momento presente – comemoração do bicentenário da transferência da corte portuguesa para o Brasil – é uma oportunidade única para divulgar uma obra que lança uma luz renovada sobre as relações comerciais e políticas do triângulo Portugal – Inglaterra – Brasil, debatendo interpretações históricas que “formataram” a imagem futura dos principais intervenientes neste processo e oferecendo outra visão da sucessão de acontecimentos que culminaram no Tratado de Comércio e Navegação e acordos consequentes. Mais informações
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Cartas do Rio de Janeiro. 1811-1821
Tendo como referência as comemorações do bicentenário da chegada da Família Real portuguesa ao Brasil, a Biblioteca da Ajuda, com a chancela editorial da Biblioteca Nacional de Portugal, lançou a obra Cartas do Rio de Janeiro, 1811-1821, de Luís Joaquim dos Santos Marrocos, ajudante da Biblioteca Real. A obra foi apresentada pelo Director da BNP, Jorge Couto, e pela Directora da Biblioteca da Ajuda, Cristina Pinto Basto, contando também com uma intervenção de Ana Cristina Araújo, autora do estudo sobre Luís J. Santos Marrocos.
Mais informações
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Pessoa – 120 anos do nascimento
MOSTRA EVOCATIVA | 6 a 30 de Junho | Sala de Referência | Entrada livre

Das edições da obra de Pessoa, de que se apresentam traduções em diversas línguas, a mostra não pode deixar de patentear apenas uma reduzida parcela das centenas de títulos publicados nos últimos 20 anos, sabendo-se que Fernando Pessoa, com a constelação dos seus heterónimos, é um dos escritores portugueses mais publicados em todo o mundo. Dos treze documentos das aquisições pessoanas nos últimos 20 anos, são expostos oito, designadamente os manuscritos de O Guardador de Rebanhos e Mensagem, adquiridos em 1990 a expensas do Banco Comercial Português e da Comissão dos Descobrimentos; dois textos em prosa, autógrafos, entregues à BNP por Stephen Dix, em 2001; um caderno de notas, datável de 1902 a 1909, adquirido aos herdeiros do escritor em 2007. O Guardador de Rebanhos integra os 49 poemas deste título emblemático de Alberto Caeiro, “revisitado” em diferentes datas e com emendas de diferentes instrumentos de escrita; já Mensagem é a versão enviada para tipografia, dactiloscrita com índice e título autógrafos. Da mostra faz ainda parte o conjunto de Indícios de Oiro, de Mário de Sá Carneiro, enviado pelo próprio a Fernando Pessoa pouco antes de morrer e que está na origem da 1.ª edição da obra (Presença, 1937).

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Quando passam 120 anos sobre o nascimento de Fernando Pessoa, a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) evoca a obra do escritor com a realização de um colóquio. Com abertura do seu Director, Jorge Couto, o programa iniciou-se com intervenções sobre os manuscritos do autor de Mensagem entrados na Instituição nos últimos 20 anos e sobre a disponibilização em linha de documentos do Espólio de Fernando Pessoa, prosseguindo com abordagens diferenciadas sobre a multifacetada figura de vanguarda do Primeiro Modernismo português, por um significativo conjunto de especialistas pessoanos: Jerónimo Pizzaro, Manuela Nogueira, Miguel Roza, José Blanco, Manuela Parreira da Silva, Paulo Borges e Teresa Rita Lopes.
Programa
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Portrait d’un homme d´État: D. Rodrigo de Souza Coutinho, Comte de Linhares, 1755 – 1812, de Andrée Mansuy-Diniz Silva
APRESENTAÇÃO DA OBRA | 24 de Junho | Livraria BNP | 18h00 | Entrada livre

A BNP promoveu uma sessão de apresentação do estudo de Andrée Mansuy-Diniz Silva, sobre a vida do Conde de Linhares. Publicado pelo Centre Culturel Gulbenkian, trata-se de um estudo muito aprofundado desta personalidade, cuja acção política e económica foi decisiva para o traçado da estratégia nacional na época das invasões. Ao longo do 1.º volume, dedicado ao período de 1755 a 1796, são abordadas a educação e formação jurídica de Souza Coutinho, alicerces da actuação que, em Portugal e no Brasil, se traduziu em múltiplos cargos governativos e o fez conselheiro real, facetas que são exploradas no 2.º volume, cobrindo os anos de 1796-1812.
A obra foi apresentada pelo Director-Geral da BNP, Jorge Couto, especialista em história das relações Portugal / Brasil e contou com a presença da autora. Mais informações
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E se falássemos de Borges?
PALESTRA-COLÓQUIO | 20 de Junho | 18h30 | Entrada livre

María Kodama, escritora, tradutora e companheira de Borges por mais de vinte anos, fala com José Saramago sobre Jorge Luis Borges, sobre a vida e a obra do escritor argentino e universal, numa palestra-colóquio em que participam outros destacados escritores portugueses. O evento, organizado pela Fundação José Saramago, insere-se no conjunto de iniciativas a propósito da exposição A Consistência dos Sonhos, em exibição no Palácio da Ajuda, na Galeria de Pintura do Rei D. Luís. María Kodama preside à Fundação Borges, com sedes na Argentina e na Europa. A sua última visita a Portugal foi como acompanhante de Jorge Luis Borges, que pronunciou várias conferências. Sobre ela recai a responsabilidade de cuidar da obra de um dos autores contemporâneos mais influentes.
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Guimarães Rosa (1908 - 1967) e Josué de Castro (1908 - 1973)
MOSTRAS EVOCATIVAS | 5 de Maio a 4 de Junho | Sala de Referência | Entrada livre

Dois autores brasileiros são evocados, não tanto pela comum origem nacional ou terem comungado a mesma época, para além de igualmente terem percorrido uma mesma formação médica. Guimarães Rosa e Josué de Castro, com trajectos de carreira decididamente diferenciados, um como diplomata e novelista e outro no terreno da medicina social, granjearam ambos uma projecção internacional indiscutível que é justo não deixar de reconhecer.

João Guimarães Rosa foi, por excelência, o escritor brasileiro que melhor revelou o sertão mineiro com a sua profundidade natural e humana, sem esquecer a linguagem de uma e o dialecto e crenças de outra. Exerceu medicina, em que se formou em Belo Horizonte , passando à carreira diplomática mercê de um domínio de diversas línguas. Se o seu primeiro livro foi tardio, contava 38 anos, o conjunto da obra não foi extenso, não obstante o sucesso de que inúmeras reedições em português são testemunho e a publicação em línguas de origem europeia constituem prova de consagração. Foi, aliás, sob impulso dos editores ingleses e alemães que o nome de Guimarães Rosa foi indicado para o Nobel da Literatura em 1967 cuja candidatura ficou arredada com a morte do escritor entretanto ocorrida.


Oriundo do nordeste brasileiro a cuja população pobre ficará ligada a sua carreira, Josué de Castro veio a formar-se em Medicina. Terminado o curso na Faculdade Nacional, exerceu de imediato a docência universitária no Recife natal, onde foi catedrático antes de completar 30 anos com especialização em problemáticas de intercepção da geografia humana e da medicina social – daí resultaram os estudos, universalmente conhecidos e reconhecidos, que dedicou ao flagelo da fome. Depois de condecorado e premiado em todo o mundo, assumiu na década de 1960 uma digna representação do seu país junto da ONU e ao nível da Luta Contra a Fome, mas a feroz Ditadura Militar no Brasil retirou-lhe todos os direitos cívicos em 1964, sendo obrigado a permanecer no exílio em países europeus rodeado do maior prestígio pessoal.
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Joel Serrão (1919 - 2008)
MOSTRA EVOCATIVA | 7 de Abril a 4 de Junho | Sala de Referência | Entrada livre

Nascido no Funchal onde concluiu os estudos secundários, Joel Justino Baptista Serrão veio a licenciar-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Cedo influenciado pela nova historiografia europeia do pós-guerra, nomeadamente a «Escola dos Annales», produziu uma extensa obra num arco cronológico de estudos entre a crise dos finais do século XIV e o universo republicano nos inícios do século XX. Abarcando temáticas em perspectiva de História Social ou de Demografia Histórica, foi na História Cultural e das Mentalidades e na História do Pensamento em Portugal que desenvolveu os seus mais importantes contributos, sobretudo com incidência no século XIX. Em resultado desta perspectiva abrangente, o seu trabalho envolveu projectos de sistematização historiográfica fundamentais nesta área de estudos, de que é relevante exemplo a direcção do Dicionário de História de Portugal.
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1908 foi marcado pelo Regicídio, ocorrido em 1 de Fevereiro, o que provocou a queda da ditadura de João Franco, cujo governo tomara posse em 1906. Três dias antes, verificou-se uma tentativa de golpe revolucionário, de cariz republicano, em sequência da qual D. Carlos assinou um decreto que previa a deportação para o Ultramar daqueles que atentassem contra a segurança do Estado. D. Manuel subiu ao trono e foi empossado um novo governo, de «Acalmação», chefiado por Ferreira do Amaral, que não chegou ao final do ano, sendo substituído por Campos Henriques.
A difusão dos ideais republicanos fortaleceu-se, através da realização de numerosos comícios em várias cidades e vilas do país. Em 5 de Abril, o Partido Republicano elegeu sete deputados e em 1 de Novembro ganhou a maior câmara municipal do país – Lisboa –, elegendo todos os vereadores. É uma «viagem» pelos principais acontecimentos de 1908 o que pode visitar nesta mostra, através das primeiras páginas de jornais e de alguns livros publicados nesse ano, como O Marquês de Bacalhoa, de António de Albuquerque, cuja principal personagem é o rei D. Carlos e que, apesar de apreendido, foi um sucesso editorial. Mais informações
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Maria Gabriela Llansol (1931 - 2008)
MOSTRA EVOCATIVA | 7 de Abril a 3 de Maio | Sala de Referência | Entrada livre

Maria Gabriela Llansol Nunes da Cunha Rodrigues Joaquim é o nome completo da romancista que é, simultaneamente, uma das mais carismáticas e mais discretas figuras das letras portuguesas das últimas décadas. Possuidora de uma escrita em diversos sentidos transgressora, tanto do ponto de vista plástico como dos géneros que funde numa linguagem peculiar, cedo a sua obra entrou em antologia dos melhores autores portugueses contemporâneos. Começando por cursar Direito e depois Ciências Pedagógicas (1957), veio a exercer ensino ao nível da infância, nomeadamente na Bélgica, onde se fixou durante cerca de vinte anos. Entretanto, já publicara o seu primeiro livro, Os pregos na Erva (1962), cujos contos figuram nas mais importantes antologias de Literatura Portuguesa. Para além de um trabalho de escrita cada vez mais luxuriante na forma, as obras seguintes tendem a fundir-se numa obra só, criando uma unidade.
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Sphaera Mundi: A Ciência na Aula da Esfera. Manuscritos Científicos do Colégio de Santo Antão nas Colecções da BNP
EXPOSIÇÃO | 21 de Fevereiro a 30 de Abri | Sala de Exposições Piso intermédio | Entrada livre

A Aula da Esfera do Colégio de Santo Antão foi uma das mais marcantes instituições de ensino e de prática científica em Portugal, tendo sido, durante quase dois séculos, o principal centro de formação dos quadros técnicos e científicos (cosmógrafos, engenheiros, etc.) de que o país necessitava. Integrada na vasta rede supranacional de centros de ensino da Companhia de Jesus, foi também o local de passagem de professores das mais variadas proveniências, o foco de intercâmbio com os mais avançados centros científicos da Europa, a porta de entrada em Portugal dos mais importantes descobrimentos da nova ciência. A exposição Sphaera Mundi: A Ciência na Aula da Esfera procura dar uma imagem da vitalidade e riqueza desta singular instituição científica, em áreas tão diversas como a matemática, a astronomia, a cosmografia, a estática e a hidráulica, a óptica, a engenharia militar, a construção de instrumentos, etc., bem representadas na colecção de manuscritos da BNP. Mais informações
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Doação de Espólio e lançamento de livro de José Cardoso Pires
DOAÇÃO E LANÇAMENTO DA OBRA | 9 de Abril | 18h30 | Auditório BNP

A Biblioteca Nacional de Portugal, a Editora Nelson de Matos e a Família de José Cardoso Pires promovem uma sessão de homenagem ao Escritor no decurso da qual será assinado o Termo de Doação do respectivo Espólio à BNP e lançado o romance inédito Lavagante. Quando decorrem 10 anos do falecimento do autor, a publicação do romance Lavagante, já na 4ª edição, mostra a actualidade e interesse que a sua escrita desperta. Das anteriores versões desta obra (3 manuscritas e 2 dactilografadas), que se supõe terem sido escritas entre 1963 e 1968, Ana Cardoso Pires (filha do autor) fixa o texto que agora é apresentado ao público por Maria Lúcia Lepecki. A doação do espólio de Cardoso Pires à BNP, por generosa iniciativa da sua Família, será faseada no tempo e inicia-se simbolicamente com a entrega dos manuscritos de Lavagante que estarão nesse dia em exposição no átrio do Auditório. Mais informações
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A Ciência na "Aula da Esfera"
JORNADAS | 4 de Abril | Auditório da Biblioteca Nacional de Portugal | Entrada livre

No contexto da Exposição “Sphæra Mundi”, a BNP e o Centro de História da Ciência da Universidade de Lisboa organizam umas Jornadas de divulgação e debate sobre o tema “A Ciência na Aula da Esfera do Colégio de Santo Antão”. Serão oradores, para além dos investigadores que estudaram os manuscritos científicos daquele colégio jesuíta existentes nas colecções da BNP, outros especialistas portugueses em História da Ciência. Programa
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Mostra documental evocativa da carreira literária de Ana Hatherly, poeta, ensaísta, investigadora, tradutora, iniciada em 1958 com a publicação do livro de poemas Um ritmo perdido. A mostra inclui as obras literárias mais significativas da autora e manuscritos, correspondência e documentos biográficos que fazem parte do espólio doado à Biblioteca Nacional de Portugal, em várias fases, entre 1996 e 2007. No dia 12 de Março, às 18h, realiza-se na Livraria BNP uma sessão que conta com a presença da escritora e do Prof. Doutor Artur Anselmo. Mais informações
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Roteiro Prático de Cartografia: da América portuguesa ao Brasil Império org. Antônio Gilberto Costa
LANÇAMENTO DA OBRA | 19 de Março | 17h30 | Livraria BNP

Apresentação: João Carlos Garcia e André Ferrand de Almeida

Lançamento da obra organizada por Antônio Gilberto Costa, promovida pela editora brasileira UFMG, que traz ao conhecimento do público informações sobre as técnicas utilizadas no levantamento de dados, cartas e mapas, contextualizando-as historicamente na formação do Brasil actual, isto é, entre o seu descobrimento e o final do período imperial. Profusamente ilustrado com documentos iconográficos e cartográficos, o livro é o resultado de uma pesquisa alargada em múltiplas instituições brasileiras e portuguesas (principalmente bibliotecas e arquivos), dando sequência e alargando o âmbito territorial da viagem empreendida pelo autor à região das minas no Brasil dos séculos XVIII-XIX que deu origem a títulos anteriores (Cartografia das Minas Gerais: da Capitania à Província, Cartografia da Conquista do Território das Minas e Os Caminhos do Ouro e a Estrada Real). Sessão presidida pelo Director-Geral da BNP, contando com a presença do organizador, António Gilberto Costa, estando a apresentação da obra a cargo de João Carlos Garcia (Universidade do Porto/Centro de Estudos Geográficos de Lisboa) e André Ferrand de Almeida (Instituto Europeu de Florença). Mais informações
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Doação do espólio de Maria Aurora Sequeira
DOAÇÃO | 19 de Março | 16h00 | Sala do Conselho | entrada livre

Realizou-se no passado dia 19 de Março, pelas 16h00, na Sala do Conselho, a cerimónia pública de assinatura do Termo de Doação do espólio de Maria Aurora Carreira Ferreira Sequeira à BNP. Composto principalmente por monografias e partituras, o espólio reflecte a carreira de Maria Aurora Sequeira como professora de música em vários estabelecimentos de ensino. A generosa doação, de cerca de 800 títulos maioritariamente dos anos 40 a 60, foi proposta à BNP pelos filhos da pianista, representados neste acto por um deles, António Eduardo Ferreira Sequeira. Esta doação vem enriquecer a colecção da Área de Música da BNP.
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Assinalando a assinatura do termo de doação do Espólio de António Osório, a 13 de Fevereiro, está patente na Biblioteca Nacional de Portugal uma mostra documental evocativa do autor e da sua obra literária com inclusão de manuscritos do respectivo acervo.

Nascido em 1933 na cidade de Setúbal, António Gabriel Maranca Osório de Castro, de seu nome completo, surge na cena literária em 1954 como colaborador da revista Anteu, embora só em 1972 («trapezista incapaz de voar sem alguma segurança») tenha publicado o seu primeiro título poético, A Raiz Afectuosa, de onde dimana a linha discreta e sóbria de uma linguagem do amor e dos afectos com que os seus poemas («após muitos anos de lançá-los, leves acrobatas») marcaram os últimos trinta anos. E desse fio constante soltam-se mil subtis formas da vida – toda a existência! entes humanos e animais e a própria terra e o mais que a povoa – se revelar.

Exercendo advocacia (foi Bastonário da Ordem dos Advogados entre 1984 e 1986), são no entanto os testemunhos da actividade literária de António Osório que vão integrar os fundos do Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da BNP. E esta generosa doação engloba ainda documentos de outros ilustres membros da família: cartas de Cecília Meireles a Maria Valupi, nome literário de Maria Dulce Lupi Cohen Osório de Castro; de Camilo Pessanha a Ana de Castro Osório. Mais informações
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Abertura das propostas do Concurso Público Internacional para a obra de ampliação e remodelação da Torre de depósitos da BNP
CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL | 14 de Fevereiro 2008 | 10h00 | Sala do Concelho

Encerra a 13 de Fevereiro, pelas 17h00, o prazo de entrega de propostas ao Concurso Público Internacional para a Ampliação e Remodelação da Torre de Depósitos da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), decorrendo dia 14, com início pelas 10h00, na Sala do Conselho, a respectiva sessão de abertura. Mais informações
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No âmbito dos projectos de aplicação de novas tecnologias à divulgação do património bibliográfico em Portugal, co-financiados pelo Programa Operacional da Cultura, a Biblioteca Nacional de Portugal e a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa organizam o Colóquio Património bibliográfico e novas tecnologias, cujo objectivo é não só dar a conhecer os resultados desses projectos mas também divulgar estudos e investigação produzida nos últimos anos acerca de livro antigo e da história do livro e das bibliotecas. Programa
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Recordações de uma estada em Portugal, 1805 – 1806
por Laure Junot, Duquesa de Abrantes

Com apresentação de José-Augusto França, as Edições BNP lançam a obra Recordações de uma estada em Portugal, 1805–1806, da autoria de Laure Junot, Duquesa de Abrantes, 5º título da colecção “Portugal e os Estrangeiros”, prosseguindo, assim, o objectivo editorial de divulgar a imagem de Portugal e dos portugueses criada a partir do olhar de estrangeiros, de maior ou menor renome, que nos visitaram. São os seus registos pessoais que se publicam, em edições críticas – ou, pelo menos, revistas e anotadas por especialistas - que já na sua época foram alvo da curiosidade e leitura públicas, ‘best-sellers’ num tempo que não conhecia o conceito mas lidava já com ele e de que a obra que agora se publica é um exemplo importante.

A tradução, correspondente a 2 capítulos do 2º volume de Souvenirs d’une ambassade et d’un séjour en Espagne et en Portugal de 1808 a 1811, isola a parte correspondente à estadia em Portugal. Com apresentação e notas de José-Augusto França e tradução de Magda Figueiredo, é complementada com um curto, mas expressivo, texto de Raul Brandão sobre “Os plágios da duquesa de Abrantes” e ilustrada com inúmeras gravuras (retratos e paisagens) e pinturas seleccionadas e reproduzidas da colecção de Iconografia da BNP. Mais informações
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Luís Pacheco (1925-2008)
MOSTRA EVOCATIVA | 14 de Janeiro de 2008 a 2 de Fevereiro de 2008 | Sala de Referência | entrada livre

Luís Pacheco nasceu em Lisboa, em 1925, e morreu no Montijo, a 5 de Janeiro de 2008. Escritor, crítico e polemista, «espírito rebelde e libertino, marginal aos meios literários dominantes» (Dicionário cronológico de autores portugueses), criou em meados de 1950 a editora Contraponto que publicou grandes autores, como Sade, Mário Cesariny, Herberto Hélder e António José Forte, então quase desconhecidos dos portugueses. Da sua obra, marcadamente autobiográfica, destaca-se O Libertino passeia por Braga, a Idolátrica e o seu Esplendor (1969), Comunidade (1970), Crítica de circunstância (1966), Textos locais (1967), Literatura comestível (1972), Exercícios de estilo (1973), Pacheco versus Cesariny (1974), Textos malditos (1977), Textos de circunstância (1978), Textos de guerrilha (1979), O caso das criancinhas desaparecidas (1981), Textos do Barro (1984), Textos sadinos (1991), Prazo de validade (1998), Raio de luar (2003) e Diário remendado: 1971-1975 (2005).
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Maria Fernanda Botelho estreou-se como poetisa entre o grupo fundador dos cadernos Távola Redonda (1950-1954), a que esteve associada, e publicando em livro As Coordenadas Líricas (1951), mas foi como ficcionista que veio a notabilizar-se. Romancista do feminino, conquanto apartada de ideários feministas, transpôs para a sua obra, desde o primeiro título, Ângulo Raso (1957), o papel da mulher na sociedade contemporânea, desde o meio campesino ao ambiente de aristocracia falida, numa visão irónica, mesmo sarcástica. Mais informações
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Motetes Polifónicos de Goa para a Semana Santa (séc. XIX-XX)

de Manuel Morais – Apresentação por Rui Vieira Nery
LANÇAMENTO DA OBRA | 31 de Janeiro de 2008 | Livraria BNP | 18H00 | Entrada Livre

 

O musicólogo Rui Vieira Nery apresenta a obra Motetes Polifónicos de Goa para a Semana Santa (sécs. XIX-XX), com recolha, selecção e estudo de Manuel Morais, ed. Caleidoscópio. A presente obra, em edição bilingue português-inglês, resulta do levantamento efectuado, entre 1996 e 1997, em Goa - no Arquivo do Paço Patriarcal, na Sé Velha de Goa e no Seminário de Rachol - e em Damão. A recolha, que ultrapassa as cem obras, reflecte uma prática ainda viva que, sob a designação genérica de motetes, se canta nas celebrações da Semana Santa. Evento acompanhado pela mostra de alguns manuscritos oferecidos ao investigador e por ele generosamente doados à Secretaria de Estado da Cultura, estando agora ao cuidado da Área de Música da BNP. Mais informações
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Doação do Espólio de António de Oliveira e Silva (1933-2005)
ASSINATURA DO TERMO DE DOAÇÃO À BNP | 14 de Janeiro de 2008 | 16:30h | Sala do conselho

O conjunto documental agora doado à Biblioteca Nacional de Portugal, é constituído por um núcleo monográfico e por um núcleo de partituras que reflecte essencialmente a sua actividade como instrumentista de câmara e como pedagogo. E ainda pela partitura manuscrita (cópia do século XVIII) da cantata La Danza (texto de Metastasio), do compositor italiano radicado em Portugal, David Perez (1711-1778), particularmente significativa por não constar da lista de obras conhecidas desse autor.
Mais informações
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Esta mostra visa dar a conhecer o espólio de Augusto Abelaira (1926-2003), doado à BNP em 2004, reconstituindo, a partir dos materiais existentes no acervo, o seu percurso pessoal e literário. O espólio inclui fundamentalmente manuscritos do autor, correspondência recebida e documentos biográficos. A viagem através dos papéis do autor de A Cidade das Flores – romance marcante da década de 60 –, permitirá entrar nos bastidores da construção da sua obra literária (ficção e teatro), conhecer o seu laboratório de escrita, assim como acompanhar o seu percurso enquanto jornalista e cronista. Mais informações
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As Invasões Francesas constituíram um ponto de viragem na História de Portugal. Embora devam ser estudadas como parte integrante do conflito mais vasto que dilacerou a Europa desde 1792, marcaram profundamente a nossa História, com a transferência da Corte para o Brasil. A Biblioteca Nacional de Portugal organiza uma exposição evocativa desta época, apresentando-a através de materiais muito diversos: documentais, iconográficos, fardamentos e armas, música, panfletos e editais, entre outros. Mais informações
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