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Biblioteca Nacional de Portugal

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Horário

2.ª - 6.ª 09h30 - 19h30

sáb.  09h30 - 17h30

 

Horário de verão 2018
18 jul. - 18 set.
2.ª - 6.ª 09h30 - 17h30
sáb.  Encerrado

 

 

Folha de sala

Cartaz / Convite

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Apoio:


Augusto Abelaira e o continuum narrativo

EXPOSIÇÃO | 5 jul. - 29 set. '18 | 18h30 | Sala de Exposições – Piso 2 | Entrada livre | Entrada livre
SESSÃO | 19 set. ’18 | 18h00 | Auditório | Entrada livre | Com Maria Antónia Palla e Paulo Pereira

 

Esta exposição evocativa de Augusto Abelaira (1926-2003) pretende mostrar ao público em geral o seu espólio incorporado na BNP, entre 2004 e 2015, por doação da sua filha, Ana Sílvia Abelaira.

A exposição é composta por cinco núcleos. Num primeiro, situa-se o escritor no quadro familiar, mostram-se os escritos da sua infância e juventude, designadamente os jornais autógrafos que o jovem Abelaira preparava e fazia circular em família.

O segundo, que cobre um período que vai dos anos 40 a 1959, mostra, por um lado, os interesses culturais e as sociabilidades de Augusto Abelaira e, por outro, as suas primeiras obras, inéditas, os primeiros textos publicados (poesia e ensaio), os registos dos seus percursos académico e profissional, bem como do seu envolvimento cívico e político.

O terceiro núcleo, cujas balizas cronológicas vão de 1959 até 1974, abre com a primeira obra publicada, em edição de autor, A cidade das flores, ao mesmo tempo que mostra os processos de trabalho subjacentes a algumas das reedições. Apresentam-se também as primeiras edições da sua ficção (romance e teatro), publicada nesse período.

Ainda neste núcleo, expõem-se aspetos da atividade cívica do escritor, tais como a participação no júri que atribuiu o 1.º prémio a Luuanda, de Luandino Vieira, e que levou ao encerramento compulsivo da Sociedade Portuguesa de Escritores, a sua passagem pela direção da revista Seara Nova e os trabalhos para a edição das Obras completas de António Sérgio.

No quarto núcleo, a partir de 1974, assinala-se o Abelaira cronista a par do ficcionista. Sublinha-se ainda a sua passagem pela redação do jornal O Século, pela direção da revista Vida Mundial, bem como a participação em O Jornal e no JL. Jornal de Letras, Artes e Ideias.

Completa-se a exposição com as suas traduções, prefácios e revisões técnicas, e uma seleção de teses académicas sobre a sua obra literária. Por último, evocam-se os cafés, locais de trabalho e de tertúlia de eleição para Augusto Abelaira.