Versão para impressão Enviar por E-mail
cinema_venezuela_banner

 

 

Biblioteca Nacional de Portugal

Serviço de Actividades Culturais

Campo Grande, 83

1749-081 Lisboa

Portugal

 

Informações

Serviço de Relações Públicas
Tel. 21 798 21 68

Fax 21 798 21 38

Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

Horário

2.ª - 6.ª 09h30 - 19h30

sáb.  09h30 - 17h30

 

 

 


Ministério del Poder Popular
para Relaciones Exteriores /
Consulado General de la Republica
Bolivariana de Venezuela en Lisboa

 


Intercâmbio Literário

Ciclo de Cinema Histórico da Venezuela

DOAÇÃO DE LIVROS | 21 abr. '17 | 18h00 | Auditório | Entrada livre
CICLO DE CINEMA | 24 - 29 abr. '17 | 10h00 e 15h00 | Sala Multimédia | Entrada Livre

 

A 21 de abril, antecipando a celebração do Dia Mundial do Livro, o Consulado Geral da República Bolivariana da Venezuela em Lisboa apresenta uma doação à BNP de livros representativos da literatura venezuelana e introduz o Ciclo de Cinema Histórico da Venezuela, que decorrerá de 24 a 29 de abril nesta Instituição.

Estas iniciativas do Consulado Geral da República Bolivariana da Venezuela enquadram-se no âmbito das comemorações da independência da Venezuela (19 de abril de 1810) e na Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017.

 

O Ciclo de Cinema exibirá cinco longas-metragens ilustrativas de diversas fases da história da Venezuela, acompanhadas de documentários que apresentam o nascimento da nação venezuelana e o sincretismo cultural do país.

Os filmes têm duas exibições diárias, às 10h00 e às 15h00, de acordo com o seguinte calendário:

 

24 abril – Bolívar «O homem das dificuldades»
(2013, 117 min.)

 

Decorre o ano de 1815 e a Segunda República cai com estrondo. O grande derrotado é Simón Bolívar, recentemente nomeado Libertador, que foge de Cartagena. Bolívar chega à Jamaica sem recursos e sem apoios. Procura ajuda internacional, designadamente no Haiti, e escapa a uma conjura para o assassinar. Ao Haiti chegam os seus compatriotas venezuelanos que fogem da queda de Cartagena. No meio de uma acalorada assembleia, Bolívar propõe, para escândalo de muitos, libertar os escravos, mas será esta proposta que mudará os ventos de vitória a seu favor.



26 abril – Zamora
(2006, 135 min.)

 

Na segunda metade do seculo XIX, a polarização entre liberais e conservadores marca a agenda política da Venezuela. As desigualdades sociais mantêm camponeses e escravos debaixo do jugo da oligarquia. Ao repartir equitativamente as terras, Ezequiel Zamora encabeça uma luta que tenta eliminar o fosso entre a opulência de poucos e a miséria de muitos.

 

 

 

 

27 abril – Diário de Bucaramanga
(2013, 135 min.)

 

Decorre o ano de 1828 e Simón Bolívar encontra-se acompanhado do seu estado-maior na povoação colombiana de  Bucaramanga. Aí espera notícias dos acontecimentos que decorrem na Convenção de Ocanha, na qual se deve produzir uma nova constituição para a Colômbia. São dias decisivos, dramáticos, conflituosos, de intriga e traição, lideradas pelo general Francisco de Paula Santander. Os acontecimentos ocorridos em Ocanha influenciarão decisivamente os últimos anos de vida de Simón Bolívar e o seu sonho de unidade latino-americana. O filme foi rodado em França, Colômbia e Venezuela e é protagonizado por Simón Pestana no papel de Simón Bolívar.

 

 

28 abril – Miranda Regressa
(2007, 120 min.)


Viagem retrospetiva da vida do generalíssimo Francisco de Miranda, onde se passa em revista os momentos mais significativos da formação do jovem, do homem e do sedutor, enquanto soldado espanhol, de ilustre a desertor, independentista, político, guerreiro, espião, contrabandista, herege, conspirador e precursor da independência venezuelana.

 

 

 

 

29 abril – Azú
(2013, 100 min.)

 

Decorre o ano de 1780 e vários escravos fogem de uma fazenda de cana-de-açúcar, procurando encontrar uma aldeia para se fixarem e iniciarem uma nova vida. São perseguidos por Don Manuel Aguirre, um fazendeiro obcecado pelo olhar da bela escrava Azú. Ação, misticismo e luta pela identidade unem-se numa história onde prevalece a magia e a espessura da selva.