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Sítio web: Macau-China

 

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Macau-China: fontes dos séculos XVI a XIX

10 anos do Observatório da China

MOSTRA / SÍTIO WEB | 21 abr. - 30 maio '15 | 18h30 | Sala de Referência | Entrada livre

O Observatório da China foi criado em finais de 2005 com a missão de divulgar o conhecimento sobre a China e apoiar a difusão de trabalhos no âmbito da sinologia. Para assinalar os seus 10 anos de atividade, apresenta-se na Biblioteca Nacional de Portugal uma pequena mostra e o sítio web Macau-China: fontes dos séculos XVI a XIX.

Realizado pelo Observatório da China em parceria com a BNP, a UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) e  com o patrocínio da Fundação Macau, o sítio web pretende divulgar as descrições portuguesas fundamentais para a história de Macau e do seu papel no mundo.

Sociedade multicultural, Macau construiu-se ao longo dos séculos e teve um papel importante e pioneiro na relação entre os povos do Ocidente e da Ásia e na transferência e interinfluência de conhecimentos técnico-científicos (botânicos, medicinais, geográficos e cartográficos), político-sociais e culturais entre o Ocidente e a China.

O sítio web Macau-China: fontes dos séculos XVI a XIX pretende contribuir para o fortalecimento dessa memória histórica, da identidade, da coesão social e da autoestima enquanto elementos decorrentes do conhecimento. Prevendo-se que disponibilize mais de 125 mil páginas de documentação, permitindo o acesso a fontes históricas até agora maioritariamente só disponíveis em bibliotecas ou em edições de difícil acesso, o portal constituir-se-á progressivamente até ao final de 2015.

A mostra, patente até 30 de maio, oferece uma síntese das atividades desenvolvidas pelo Observatório da China nas suas diferentes áreas de intervenção, designadamente fotografias, catálogos, folhetos, entre outros materiais, assim como exemplares de obras que integram o sítio web agora disponível aos investigadores, tais como crónicas, cartas ânuas, relações de viagens, historiografia e cartografia do Extremo Oriente.

Sediado em Lisboa e com um polo no Brasil (Salvador da Baía), o Observatório da China conta com associados em universidades portuguesas, em Macau, Xangai e Pequim, integrando investigadores seniores e jovens e desenvolvendo atividades de carácter científico e cultural em Portugal e no estrangeiro, que pretendem constituir pontes entre as comunidades chinesas e lusófonas:  conferências, exposições, espetáculos de música e dança, ciclos e festivais de cinema chinês e de cinema português sobre o olhar lusófono de Macau e da China, entre outros.

Em cooperação com entidades públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, como universidades e centros universitários em Lisboa, Aveiro, Coimbra e Salvador da Baia, o Observatório tem organizado múltiplas conferências internacionais. No Brasil, associou-se à Universidade do Estado da Bahia na realização do 1.º colóquio sobre as relações entre Portugal-Brasil-China, e à Universidade Federal da Bahia e ao Centro de Estudos Afro-Orientais, na realização do XI Congresso Luso-Afro-Brasileiro. Participa ainda em redes internacionais relacionadas com estudos chineses, nomeadamente a East Asia Net, o China-Europa Forum, e a International Confucian Association (Pequim).

Da sua atividade editorial, que inclui a coordenação e apoio à edição de obras, destacam-se De Lisboa à China (2009), um conjunto de estudos sobre as relações entre Portugal e Macau, e entre a Europa e a China, da Antiguidade ao século XX; De olhos em bico e em bicos de pés, coordenada por Jorge Tavares da Silva e Zélia Breda (2012); Face to face – the transcendence of Chinese arts in China and beyond, dois volumes sobre arte chinesa (2013 e 2014); Literatura e Lusofonia, Anais do II Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, Lisboa (2013); e Brics e a nova ordem internacional, edição Mare Liberum e Caleidoscópio (2015).